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Data: 2 e 3 de Maio
2 de Maio - 21h30 – Concerto, Teatro Municipal Baltazar Dias
3 de Maio - 22h00 – Serenata, Largo do Corpo Santo
Programa “ALMA DE COIMBRA” - FUNCHAL
1. Ave Maria - Frei Hermano da Câmara
2. Emigração - Curros Henriquez / José Niza
3. Romagem à Lapa - Leonel Neves / Luiz Goês
4. Queda do Império - Vitorino
5. Lágrima - Amália Rodrigues/Carlos Gonçalves
6. Chamateia - Popular dos Açores
7. Fado Português - José Régio / Alain Oulman
8. Roseira Brava - F. Guedes / José Niza
9. Canção da Beira Baixa - Popular
10. Lá longe… - Florêncio de Carvalho
11. Rua do Capelão - Júlio Dantas / Frederico de Freitas
12. Sôdade - A. Cabral / L. Morais
13. Ó Gente da minha terra - Amália Rodrigues / Tiago Machado
14. E Depois do Adeus - José Niza / José Calvário
Arranjos corais e instrumentais de Augusto Mesquita
Inês Mesquita _ piano
Daniel Tapadinhas_ trompete e percussões
Luísa Mesquita _ contrabaixo
Augusto Mesquita _ maestro
CORO ALMA DE COIMBRA
Registo Biográfico
O Alma de Coimbra, enquanto associação formalmente constituída, é uma criação recente. De início confinado a um grupo de cultores da música e da canção coimbrã, cabia-lhe a participação em actuações de outros organismos de antigos estudantes de Coimbra.
Sem embargo, adquire autonomia bastante para em Junho de 2000 se deslocar ao Canadá, apresentando-se no Jantar de Gala, oferecido ao Corpo Diplomático acreditado em Ottawa, assinalando o Dia de Portugal. Actua ainda em Montréal, na Universidade McGuill, e na Cidade do Québec, na Universidade Provincial.
Em Setembro de 2002, participa, nos Açores, nas “Festas de S. Carlos”, em Angra do Heroísmo.
Dois anos depois, em Dezembro de 2004, está em Macau, por ocasião das cerimónias que assinalaram o 5º aniversário da Transferência da Administração de Macau para a República Popular da China. Actua na cerimónia solene da entrega dos Arquivos Chineses, pelos mais altos responsáveis da Torre do Tombo e do Instituto Português do Oriente, ao IACM (antigo Leal Senado). Apresenta-se no Clube Militar e promove o fado e a guitarra portuguesa na Universidade de Macau e na de Hong Kong – aqui, pela mão do Instituto Português do Oriente, através do Leitorado de Português.
Em Junho de 2005, realiza uma “Serenata de Coimbra”, no Palácio da Independência, em Lisboa, a convite da Direcção da Sociedade Histórica da Independência de Portugal. A experiência, entretanto, colhida estimula e anima a prosseguir. E o primeiro passo, sem ambição de consequência nem suporte estrutural, limitado ao propósito de benemerência, é dado, em Fevereiro de 2005, no âmbito da Campanha “Um Dia Pela Vida”, promovida pela Liga Portuguesa Contra o Cancro, num concerto, em Coruche, em que estão presentes figuras de destaque no meio social do País.
O sucesso obtido concorre com circunstâncias e situações inesperadas, imprimindo ao processo um rumo novo e irreversível, que conduz, em meados de 2006, à constituição jurídica do “Coro Alma de Coimbra”.
Coro masculino, integram-no pouco mais de 30 elementos. Distingue-o uma forma invulgar, talvez inédita, de abordar a música portuguesa/lusófona, em especial o Fado, de Coimbra e de Lisboa. É um trabalho muito assente na criatividade do seu maestro, Prof. Augusto Mesquita, tendo em vista a divulgação, com qualidade e bom gosto, de alguns dos mais apreciados intérpretes e poetas de língua portuguesa.
Será, porventura, nesse sentido, de alguma forma, uma homenagem à Lusofonia.
Noutra perspectiva, preservando e promovendo a matriz coimbrã, assume-se como ponto de encontro de diferentes gerações, percursos e matizes ideológicos que encontram, no quadro de uma saudável diversidade, assumida sem peias nem constrangimentos, uma forma de reciprocamente se enriquecerem, à sombra dos Valores que singularizaram a Academia e a sua Universidade.
Repartidos, em grande maioria, por variados pontos do País, deslocam-se com regularidade a Coimbra, onde prosseguem a sua preparação artística.
Com imaginação, empenho e sentido de responsabilidade, o Alma de Coimbra é hoje uma realidade incontornável. Anima-o uma preocupação fundamental: servir, na vertente que lhe é própria, com dignidade, com verdade e com irrepreensível serenidade, a Universidade, a Cultura e o País.
De par com um rol já extenso de actuações, em Portugal, o Alma de Coimbra esteve em Macau, em Outubro de 2006, a convite do Comité Olímpico de Portugal, assegurando a representação respectiva no programa cultural dos “I Jogos da Lusofonia”. À margem dos Jogos, realizou concertos, nomeadamente nas Universidades de Macau e de Hong Kong.
Em Fevereiro de 2007, a convite da Embaixada de Portugal - e com o alto patrocínio das mais altas Figuras do Estado e de Entidades privadas de referência – efectua uma visita inesquecível a Timor-Leste, numa experiência pioneira e emocionante, de que colheu testemunhos impressionantes.
Ainda em Dezembro de 2007, na sequência do interesse do Embaixador de Portugal, desloca-se a Washington, participando nas cerimónias e eventos com que a Embaixada assinalará o termo da Presidência Portuguesa da União Europeia, promovidos pela Embaixada. E correspondendo ao empenho e à generosidade das nossas Representações Consulares e de Associações Luso-Americanas, canta em Elizabeth e Newark, NJ, e em Fall River, Mass, expressamente para as Comunidades Portuguesas residentes. |